Parte 1 ( Bia Cesse, José Gondin e Gustavo Scalia)
O Índio hoje
Hoje, no Brasil, vivem 817 mil índios, cerca de 0,4% da
população brasileira, segundo dados do Censo 2010. Eles estão distribuídos
entre 688 Terras Indígenas e algumas áreas urbanas. Há também 82 referências de
grupos indígenas não-contatados, das quais 32 foram confirmadas. Existem ainda
grupos que estão requerendo o reconhecimento de sua condição indígena junto ao
órgão federal indigenista.
Mapa 1 - Distribuição das Tribos no Brasil
| O deslocamento da população |
Quando se observa o mapa da distribuição das populações indígenas no território brasileiro de hoje, podem-se ver claramente os reflexos do movimento de expansão político-econômica ocorrido historicamente.
Os povos que habitavam a costa leste, na maioria falantes de línguas do Tronco Tupi, foram dizimados, dominados ou refugiaram-se nas terras interioranas para evitar o contato.
Hoje, somente os Fulniô (de Pernambuco), os Maxakali (de Minas Gerais) e os Xokleng (de Santa Catarina) conservam suas línguas. Curiosamente, suas línguas não são Tupi, mas pertencentes a três famílias diferentes ligadas ao Tronco Macro-Jê.
Os Guarani, que vivem em diversos estados do Sul e Sudeste brasileiro e que também conservam a sua língua, migraram do Oeste em direção ao litoral em anos relativamente recentes.
As demais sociedades indígenas que vivem no Nordeste e Sudeste do País perderam suas línguas e só falam o português, mantendo apenas, em alguns casos, palavras esparsas, utilizadas em rituais e outras expressões culturais.
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Mapa 2 - Distribuição das Tribos em Pernambuco
Grupos Indígenas - Pernambuco
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Dados preliminares IBGE 2010
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População urbana 25
780
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População rural
27
504
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Total
53 284
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Grupos Indígenas
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Atikum
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Fulni-ô
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Kambiwá
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Kapinawá
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Pankararú
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Truká
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Tuxá
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Xucuru
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Parte 2 ( Eduardo, Ian e Guilherme)
Alimentos
Parte 3 (Beatriz, Noelle e Marcos)
Alimentos
Características da alimentação indígena
Podemos dizer que a alimentação indígena é natural, pois eles consomem alimentos retirados diretamente da natureza. Desta forma, conseguem obter alimentos isentos de agrotóxicos ou de outros produtos químicos. A alimentação indígena é saudável e rica em vitaminas, sais minerais e outros nutrientes.
Como os índios não consumem produtos industrializados, ficam livres dos efeitos nocivos dos conservantes, corantes artificiais, realçadores de sabor e outros aditivos artificiais usados na indústria alimentícia.
Somada a uma intensa atividade física, a alimentação indígena proporciona aos integrantes da tribo uma vida saudável. Logo, podemos observar nas aldeias isoladas (sem contatos com o homem branco), indivíduos fortes, saudáveis e felizes. Obesidade, estresse, depressão e outros males encontrados facilmente nas grandes cidades passam longe das tribos.
Numa aldeia indígena, o preparo dos alimentos é de responsabilidade das mulheres. Aos homens, cabe a função de caçar e pescar.
Principais alimentos consumidos pelos índios brasileiros:
- Frutas
- Verduras
- Legumes
- Raízes
- Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc).
- Peixes
- Cereais
- Castanhas
- Verduras
- Legumes
- Raízes
- Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc).
- Peixes
- Cereais
- Castanhas
Pratos típicos da culinária indígena:
- Tapioca (espécie de pão fino feito com fécula de mandioca)
- Pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe).
- Pipoca
- Beiju (espécie de bolo de formato enrolado feito com massa de farinha de mandioca fina)
- Pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe).
- Pipoca
- Beiju (espécie de bolo de formato enrolado feito com massa de farinha de mandioca fina)
* Este texto refere-se aos índios que não possuem muito contato com os homens brancos e que ainda seguem sua cultura. Infelizmente, muitas tribos deixaram de lado a alimentação saudável quando entraram em contato com o homem branco.
Parte 3 (Beatriz, Noelle e Marcos)
O índio dança para celebrar atos, fatos e feitos relativos à vida e
aos costumes. Dançam enquanto preparam a guerra; quando voltam dela; para
celebrar um cacique, safras, o amadurecimento de frutas, uma boa pescaria; para
assinalar a puberdade de adolescentes ou homenagear os mortos em rituais
fúnebres; espantar doenças, epidemias e outros flagelos.
As danças indígenas podem ser realizadas por um único individuo ou em grupo e, salvo raras exceções no alto Xingu, não é executada em pares. As mulheres não participam de danças sagradas, executadas pelos pajés ou grupos de homens. São utilizados, ainda, símbolos mágicos, totens, amuletos, imagens e diversos instrumentos musicais e guerreiros em danças religiosas, dependendo do objetivo da cerimônia.
As danças indígenas podem ser realizadas por um único individuo ou em grupo e, salvo raras exceções no alto Xingu, não é executada em pares. As mulheres não participam de danças sagradas, executadas pelos pajés ou grupos de homens. São utilizados, ainda, símbolos mágicos, totens, amuletos, imagens e diversos instrumentos musicais e guerreiros em danças religiosas, dependendo do objetivo da cerimônia.
Entre os rituais e danças mais conhecidos dos índios brasileiros estão
o toré e okuarup.
A dança do toré apresenta variações de ritmos e toadas
dependendo de cada povo. Omaracá – chocalho indígena feito de uma
cabaça seca, sem miolo, na qual se colocam pedras ou sementes – marca o tom das
pisadas e os índios dançam, em geral, ao ar livre e em círculos. O ritual
do toré é considerado o símbolo maior de resistência e união
entre os índios do Nordeste brasileiro. Faz parte da cultura
autóctone dos povos Kariri-xocó, Xukuru-kariri, Pankararú, Tuxá, (índios de pernambuco) Pankararé, Geripancó, Kantaruré, Kiriri, Pataxó, Tupinambá, Tumbalalá,Pataxó
A dança do kuarup (nome de uma árvore sagrada) – um
ritual de reverência aos mortos – é própria de povos indígenas do Alto Xingu,
em Mato Grosso. Iniciada sempre aos sábados pela manhã, os índios dançam e
cantam em frente a troncos dekuarup, colocados no local onde os mortos
homenageados foram enterrados.
Parte 4 (Júlia, José Gustavo e Leonardo)
Plantas Medicinais Indígenas
Arruda
Babosa
Boldo
Cajueiro
Capim-santo
Mamona
Colônia
Graviola
Mastruz
Mostarda
Cartilha com as informações: http://www2.ipece.ce.gov.br/SWAP/swapii/salvaguardas/PLANTAS_MEDICINAIS_INDIGENAS.pdf
Plantas Medicinais Indígenas
Arruda
Babosa
Boldo
Cajueiro
Capim-santo
Mamona
Colônia
Graviola
Mastruz
Mostarda
Cartilha com as informações: http://www2.ipece.ce.gov.br/SWAP/swapii/salvaguardas/PLANTAS_MEDICINAIS_INDIGENAS.pdf
o marcelo se tinha dito que ia colocar os nomes e ai ?
ResponderExcluirta aí....
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