sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Integrantes de cada Grupo
Exposição
1º grupo
Parte 1 -Cesse
Parte 2 - Eduardo
Parte 3 - Bia
Parte 4 -Júlia
2º grupo
Parte 1 - José
Parte 2 - Ian
Parte 3 - Noelle
Parte 4 -José G.
3º grupo
Parte 1 -Gustavo S.
Parte 2 - Guilherme
Parte 3 - Marcos
Parte 4 -Leonardo
OFICINA
Arthur Moller
Sérgio
Kakimoto
Laura
Ytalo
Iuri
Pedro H. Almeida
João Pedro
Pedrinho
Pietro
LENDAS
Rafaela
Gulde
Paulo
Eduarda Fernandes
Pedro Barcelar
Roberta
Ana Cecilia
Marcela
Tenório
Eduarda França
Léa
Camila
Lúcia
João V.
Bruna
Gabriela
Dudinha
Marcelo
Maria Júlia
Lenda "O UIRAPURU"
O UIRAPURU (texto para o narrador)
Certa vez um jovem guerreiro apaixonou-se pela esposa do grande cacique, mas não podia aproximar-se dela. Então pediu a Tupã que o transformasse num pássaro. Tupã fez dele um pássaro de cor vermelho-telha. Toda noite ia cantar para sua amada. Mas foi o cacique que notou seu canto. Tão lindo e fascinante era o seu canto, que o cacique perseguiu a ave para prendê-la, só para ele.
O Uirapuru voou para bem distante da floresta e o cacique que o perseguia, perdeu-se dentro das matas e igarapés e nunca mais voltou. O lindo pássaro volta sempre canta para a sua amada e vai embora, esperando que um dia ela descubra o seu canto e seu encanto.
Lenda "O GUARANÁ"
O GUARANÁ (Texto para o narrador)
Numa aldeia indígena um casal teve um filho muito bonito, bom e inteligente. Era querido por toda a tribo. Por isso Jurupari, seu pai, começou a ter raiva dele, até que um dia transformou-se em uma cobra, permanecendo em cima de uma árvore frutífera.
Quando o menino ainda criança foi colher um fruto desta árvore, a cobra atirou-se sobre ele e o mordeu. Sua mãe já o encontrou sem vida. Ela e toda tribo choraram muito. Enquanto isso, um trovão rebombou e um raio caiu junto ao menino. Então a índia-mãe disse: - É Tupã que se compadece de nós. Plantem os olhos de meu filho, que nascerá uma fruteira, que será a nossa felicidade. - Assim fizeram e dos olhos do menino nasceu o guaraná.
Lenda "O BOTO"
O BOTO (texto para o narrador)
É o mais importante habitante encantado do rio Amazonas. Nas altas horas da noite, propriamente à meia noite ele se transforma em gente.
Anda em cima dos paus das beiradas do rio, de preferência sobre os buritizeiros tombados nas margens.
Veste roupa branca e usa um chapéu branco para ocultar uma abertura no alto da cabeça por onde sai um forte cheiro de peixe e hálito de maresia. Ele aparece nas festas tão elegante que encanta e seduz as donzelas. Dança a noite toda com as mais jovens e mais bonitas da festa. Sai com elas para passear e antes da madrugada pula na água e volta à forma primitiva de peixe, deixando as moças sempre grávidas.
Além de sedutor e fecundador é conhecido também como o pai das crianças de paternidade desconhecida, pois as mães solteiras o acusam de ser o pai de suas crianças.
O Boto-homem é obcecado por mulheres, sente o cheiro feminino a grandes distâncias. Para evitar que ele apareça esfrega-se alho na canoa, nos portos e nos lugares onde ele gosta de aparecer.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Lenda da Mandioca
Lenda da Mandioca (texto para narrador)
De acordo com a lenda, uma índia tupi deu a luz a uma indiazinha e a chamou de Mani. A menina era linda e tinha a pele bem branca. Vivia feliz brincando pela tribo. Toda tribo amava muito Mani, pois ela sempre transmitia muita felicidade por onde passava.
Porém, um dia Mani ficou doente e toda tribo ficou preocupada e triste. O pajé foi chamado e fez vários rituais de cura e rezas para salvar a querida indiazinha. Porém, nada adiantou e a menina morreu.
Os pais de Mani resolveram enterrar o corpo da menina dentro da própria oca, pois esta era a tradição e o costume cultural do povo indígena tupi. Os pais regaram o local, onde a menina tinha sido enterrada, com água e muitas lágrimas.
Depois de alguns dias da morte de Mani, nasceu dentro da oca uma planta cuja raiz era marrom por fora e bem branquinha por dentro (da cor de Mani). Em homenagem a filha, a mãe deu o nome de Maniva à planta.
Os índios passaram a usar a raiz da nova planta para fazer farinha e uma bebida (cauim). Ela ganhou o nome de mandioca, ou seja, uma junção de Mani (nome da indiazinha morta) e oca (habitação indígena).
Texto com a marcação
Breve....
textos para apresentação da exposição
Parte 1 ( Bia Cesse, José Gondin e Gustavo Scalia)
O Índio hoje
Hoje, no Brasil, vivem 817 mil índios, cerca de 0,4% da
população brasileira, segundo dados do Censo 2010. Eles estão distribuídos
entre 688 Terras Indígenas e algumas áreas urbanas. Há também 82 referências de
grupos indígenas não-contatados, das quais 32 foram confirmadas. Existem ainda
grupos que estão requerendo o reconhecimento de sua condição indígena junto ao
órgão federal indigenista.
Mapa 1 - Distribuição das Tribos no Brasil
| O deslocamento da população |
Quando se observa o mapa da distribuição das populações indígenas no território brasileiro de hoje, podem-se ver claramente os reflexos do movimento de expansão político-econômica ocorrido historicamente.
Os povos que habitavam a costa leste, na maioria falantes de línguas do Tronco Tupi, foram dizimados, dominados ou refugiaram-se nas terras interioranas para evitar o contato.
Hoje, somente os Fulniô (de Pernambuco), os Maxakali (de Minas Gerais) e os Xokleng (de Santa Catarina) conservam suas línguas. Curiosamente, suas línguas não são Tupi, mas pertencentes a três famílias diferentes ligadas ao Tronco Macro-Jê.
Os Guarani, que vivem em diversos estados do Sul e Sudeste brasileiro e que também conservam a sua língua, migraram do Oeste em direção ao litoral em anos relativamente recentes.
As demais sociedades indígenas que vivem no Nordeste e Sudeste do País perderam suas línguas e só falam o português, mantendo apenas, em alguns casos, palavras esparsas, utilizadas em rituais e outras expressões culturais.
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Mapa 2 - Distribuição das Tribos em Pernambuco
Grupos Indígenas - Pernambuco
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Dados preliminares IBGE 2010
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População urbana 25
780
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População rural
27
504
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Total
53 284
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Grupos Indígenas
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Atikum
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Fulni-ô
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Kambiwá
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Kapinawá
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Pankararú
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Truká
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Tuxá
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Xucuru
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Parte 2 ( Eduardo, Ian e Guilherme)
Alimentos
Parte 3 (Beatriz, Noelle e Marcos)
Alimentos
Características da alimentação indígena
Podemos dizer que a alimentação indígena é natural, pois eles consomem alimentos retirados diretamente da natureza. Desta forma, conseguem obter alimentos isentos de agrotóxicos ou de outros produtos químicos. A alimentação indígena é saudável e rica em vitaminas, sais minerais e outros nutrientes.
Como os índios não consumem produtos industrializados, ficam livres dos efeitos nocivos dos conservantes, corantes artificiais, realçadores de sabor e outros aditivos artificiais usados na indústria alimentícia.
Somada a uma intensa atividade física, a alimentação indígena proporciona aos integrantes da tribo uma vida saudável. Logo, podemos observar nas aldeias isoladas (sem contatos com o homem branco), indivíduos fortes, saudáveis e felizes. Obesidade, estresse, depressão e outros males encontrados facilmente nas grandes cidades passam longe das tribos.
Numa aldeia indígena, o preparo dos alimentos é de responsabilidade das mulheres. Aos homens, cabe a função de caçar e pescar.
Principais alimentos consumidos pelos índios brasileiros:
- Frutas
- Verduras
- Legumes
- Raízes
- Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc).
- Peixes
- Cereais
- Castanhas
- Verduras
- Legumes
- Raízes
- Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc).
- Peixes
- Cereais
- Castanhas
Pratos típicos da culinária indígena:
- Tapioca (espécie de pão fino feito com fécula de mandioca)
- Pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe).
- Pipoca
- Beiju (espécie de bolo de formato enrolado feito com massa de farinha de mandioca fina)
- Pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe).
- Pipoca
- Beiju (espécie de bolo de formato enrolado feito com massa de farinha de mandioca fina)
* Este texto refere-se aos índios que não possuem muito contato com os homens brancos e que ainda seguem sua cultura. Infelizmente, muitas tribos deixaram de lado a alimentação saudável quando entraram em contato com o homem branco.
Parte 3 (Beatriz, Noelle e Marcos)
O índio dança para celebrar atos, fatos e feitos relativos à vida e
aos costumes. Dançam enquanto preparam a guerra; quando voltam dela; para
celebrar um cacique, safras, o amadurecimento de frutas, uma boa pescaria; para
assinalar a puberdade de adolescentes ou homenagear os mortos em rituais
fúnebres; espantar doenças, epidemias e outros flagelos.
As danças indígenas podem ser realizadas por um único individuo ou em grupo e, salvo raras exceções no alto Xingu, não é executada em pares. As mulheres não participam de danças sagradas, executadas pelos pajés ou grupos de homens. São utilizados, ainda, símbolos mágicos, totens, amuletos, imagens e diversos instrumentos musicais e guerreiros em danças religiosas, dependendo do objetivo da cerimônia.
As danças indígenas podem ser realizadas por um único individuo ou em grupo e, salvo raras exceções no alto Xingu, não é executada em pares. As mulheres não participam de danças sagradas, executadas pelos pajés ou grupos de homens. São utilizados, ainda, símbolos mágicos, totens, amuletos, imagens e diversos instrumentos musicais e guerreiros em danças religiosas, dependendo do objetivo da cerimônia.
Entre os rituais e danças mais conhecidos dos índios brasileiros estão
o toré e okuarup.
A dança do toré apresenta variações de ritmos e toadas
dependendo de cada povo. Omaracá – chocalho indígena feito de uma
cabaça seca, sem miolo, na qual se colocam pedras ou sementes – marca o tom das
pisadas e os índios dançam, em geral, ao ar livre e em círculos. O ritual
do toré é considerado o símbolo maior de resistência e união
entre os índios do Nordeste brasileiro. Faz parte da cultura
autóctone dos povos Kariri-xocó, Xukuru-kariri, Pankararú, Tuxá, (índios de pernambuco) Pankararé, Geripancó, Kantaruré, Kiriri, Pataxó, Tupinambá, Tumbalalá,Pataxó
A dança do kuarup (nome de uma árvore sagrada) – um
ritual de reverência aos mortos – é própria de povos indígenas do Alto Xingu,
em Mato Grosso. Iniciada sempre aos sábados pela manhã, os índios dançam e
cantam em frente a troncos dekuarup, colocados no local onde os mortos
homenageados foram enterrados.
Parte 4 (Júlia, José Gustavo e Leonardo)
Plantas Medicinais Indígenas
Arruda
Babosa
Boldo
Cajueiro
Capim-santo
Mamona
Colônia
Graviola
Mastruz
Mostarda
Cartilha com as informações: http://www2.ipece.ce.gov.br/SWAP/swapii/salvaguardas/PLANTAS_MEDICINAIS_INDIGENAS.pdf
Plantas Medicinais Indígenas
Arruda
Babosa
Boldo
Cajueiro
Capim-santo
Mamona
Colônia
Graviola
Mastruz
Mostarda
Cartilha com as informações: http://www2.ipece.ce.gov.br/SWAP/swapii/salvaguardas/PLANTAS_MEDICINAIS_INDIGENAS.pdf
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